
Fotos divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão mostram,um contratorpedeiro de mísseis guiados chinês (à esquerda) e uma fragata russa realizando exercícios de tiro real na Zona Econômica Exclusiva do Japão — Foto: AFP
GERADO EM: 21/07/2026 - 01:17
O Irineu é a iniciativa do GLOBO para oferecer aplicações de inteligência artificial aos leitores. Toda a produção de conteúdo com o uso do Irineu é supervisionada por jornalistas.
CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO
Um navio da Marinha chinesa realizou um exercício de tiro real durante manobras conjuntas com a Rússia dentro da Zona Econômica Exclusiva do Japão,informou Tóquio nesta terça-feira. O incidente,ocorrido no domingo,marcou a primeira vez que o Ministério da Defesa do Japão detectou treinamento com munição real realizado por Pequim dentro de sua zona marítima,de acordo com a mídia japonesa.
Leia também: Saiba quem é o cientista americano que estudou testes nucleares da Coreia do Norte e está preso na China sob acusação de espionagemEntenda: Trump diz que China acessou registros de 220 milhões de eleitores americanos durante eleição de 2020
As relações entre os dois países asiáticos se deterioraram desde que a primeira-ministra japonesa,Sanae Takaichi,irritou Pequim em novembro,quando sugeriu que Tóquio poderia intervir caso o gigante asiático lançasse um ataque contra Taiwan,a ilha democraticamente eleita que a China reivindica como sua.
O destróier chinês de mísseis guiados da classe Luyang III em questão foi observado realizando o exercício a 180 quilômetros a sudoeste da Ilha Okinotori,o território mais meridional do Japão. A ação ocorreu após um avistamento inicial,por volta das 2h da manhã (horário local) daquele mesmo dia,de uma frota de quatro navios — três navios chineses e uma fragata da Marinha Russa — a 330 km a sudoeste da ilha,enquanto navegavam em direção ao nordeste.


1 de 6
Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach / US NAVY / AFP


2 de 6
Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP
Pular
X de 6
Publicidade
6 fotos


3 de 6
Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP

4 de 6
Marinheiros recuperam o balão de vigilância chinês abatido pelos EUA na costa da Carolina do Sul — Foto: Tyler Thompson/Marinha dos EUA/The New York Times
Pular
X de 6
Publicidade

5 de 6
Balsa leva peças recuperadas de balão chinês para agentes federais na Base Expedicionária Conjunta Little Creek,na Virgínia — Foto: Ryan Seelbach / Marinha dos EUA / AFP

6 de 6
Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP
Pular
X de 6
Publicidade
Continuar Lendo
Quando o exercício de tiro real foi realizado posteriormente,a fragata russa também estava nas proximidades,informou a emissora pública NHK. Após o exercício,o Ministério da Defesa enviou um destróier da Marinha japonesa para monitorar a situação.
No início deste mês,embarcações da guarda costeira japonesa e chinesa entraram em confronto perto de ilhas disputadas,com cada lado alegando ter expulsado os navios do outro que haviam entrado em suas águas territoriais.
O incidente ocorreu perto de ilhas desabitadas conhecidas como Ilhas Senkaku pelo Japão e Ilhas Diaoyu pela China,localizadas entre Taiwan e Okinawa,que têm sido fonte de tensão diplomática por décadas.