
Imagem ilustrativa de um asteroide próximo à Terra — Foto: Reprodução
GERADO EM: 16/06/2026 - 17:05
O Irineu é a iniciativa do GLOBO para oferecer aplicações de inteligência artificial aos leitores. Toda a produção de conteúdo com o uso do Irineu é supervisionada por jornalistas.
CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO
Um asteroide de grande porte fará sua maior aproximação da Terra em mais de 400 anos no dia 27 de junho,sábado. O objeto,identificado como 152637 (1997 NC1),tem cerca de 900 metros de diâmetro — podendo chegar a 1,segundo diferentes modelos da Nasa — e foi classificado pelo Minor Planet Center como um asteroide potencialmente perigoso.
Magnitude 7,8: Terremoto nas Filipinas elevou o fundo do mar e colocou em risco recifes de coralTemporada de baleias: como observar as gigantes dos oceanos sem interferir em suas migrações?
Apesar da classificação,não há risco de colisão com o planeta. A aproximação ocorrerá a cerca de 0,017 unidades astronômicas,o equivalente a aproximadamente 6,8 distâncias da Lua,ou cerca de 2,5 milhões de quilômetros da Terra.
Descoberto em 1997 pelo programa Neat,no Havaí,o objeto será monitorado de perto por redes internacionais de observação. A Nasa pretende aproveitar o evento para refinar medições sobre o tamanho,composição e comportamento orbital do asteroide,já que os dados atuais são considerados inconsistentes.
A passagem de 2026 será usada também para observações por radar,com transmissão a partir da antena DSS-26 da rede de espaço profundo,e recepção pela DSS-13. A expectativa é obter sinais fortes o suficiente para reconstruções parciais da forma e rotação do asteroide.


1 de 8
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução


2 de 8
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução
Pular
X de 8
Publicidade
8 fotos


3 de 8
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução

4 de 8
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução
Pular
X de 8
Publicidade

5 de 8
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução

6 de 8
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução
Pular
X de 8
Publicidade

7 de 8
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução

8 de 8
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução
Pular
X de 8
Publicidade
Habitat Marte,que simula a realidade do planeta vermelho
O objeto deve atingir magnitude 10 durante o pico de aproximação,o que o torna visível com pequenos telescópios e,em condições favoráveis,até com binóculos. A visibilidade,no entanto,pode ser afetada pela luminosidade da Lua no período.
Astrônomos destacam que encontros desse porte são raros. Aproximações de asteroides dessa escala ocorrem,em média,uma vez por década. O evento de 2026 será o mais próximo do objeto desde pelo menos o ano 1600,com nova passagem semelhante prevista apenas em 2133.
Mesmo com a aproximação considerada segura,a Nasa reforça o monitoramento contínuo de objetos próximos à órbita terrestre. Segundo a agência,não há atualmente nenhum asteroide conhecido com chance de impacto na Terra pelos próximos 100 anos.