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'Vencer e competir': Ex-dirigente de Manchester United e Chelsea revela plano para levar gigante adormecida da F1 de volta ao topo; veja

May 6, 2026 IDOPRESS
\'Vencer e competir\': Ex-dirigente de Manchester United e Chelsea revela plano para levar gigante adormecida da F1 de volta ao topo; veja — Foto: Reprodução: williamsf1.com e AFP / CHRIS GRAYTHEN

'Vencer e competir': Ex-dirigente de Manchester United e Chelsea revela plano para levar gigante adormecida da F1 de volta ao topo; veja — Foto: Reprodução: williamsf1.com e AFP / CHRIS GRAYTHEN

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GERADO EM: 05/05/2026 - 13:25

Peter Kenyon planeja revitalização ambiciosa da Williams F1 até 2030

Peter Kenyon,ex-dirigente de Manchester United e Chelsea,planeja revitalizar a Williams F1 até 2030. Conhecido por construir marcas de sucesso na Premier League,Kenyon visa levar a equipe de volta ao topo,com vitórias projetadas para 2028 e disputas por títulos mundiais em 2030. A estratégia não promete posições específicas,mas uma reconstrução ambiciosa e gradual rumo à elite da F1.

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Peter Kenyon ajudou a construir as marcas de dois gigantes da Premier League. Agora,quer despertar uma gigante adormecida da Fórmula 1.

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O empresário nascido em Cheshire,na Inglaterra,estava no Manchester United quando o clube conquistou a tríplice coroa de 1999 e teve papel nos bastidores ao convencer Sir Alex Ferguson a desistir da aposentadoria,enquanto consolidava as bases comerciais da equipe.

Depois,em uma passagem de seis anos como CEO do Chelsea,incentivado a se mudar para Londres pelo bilionário russo Roman Abramovich,trabalhou com o técnico José Mourinho e ajudou a ampliar as atividades de patrocínio dos Blues.

Agora,já em sua oitava década de vida e com mais de 30 anos de experiência no esporte profissional,Kenyon tenta reerguer as finanças da Atlassian Williams F1 Team.

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Carlos Sainz guiando carro da Williams em Miami — Foto: CLIVE MASON / AFP

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A equipe “independente” revelou carros campeões mundiais guiados por Nelson Piquet,Nigel Mansell,Alain Prost,Damon Hill e Jacques Villeneuve,além de ter sido casa do último capítulo da carreira e da vida de Ayrton Senna.

Em 2026,porém,está longe do topo do grid. Após três Grandes Prêmios,antes da corrida de Miami desta semana,o espanhol Carlos Sainz e o piloto anglo-tailandês Alexander Albon haviam somado apenas dois pontos.

Ainda assim,em uma apresentação recente feita a executivos de tecnologia da Anthropic,dona do modelo de inteligência artificial Claude,Kenyon vendeu a visão de que,até 2030,o carro da Williams será capaz de rivalizar com Mercedes,Ferrari,McLaren e Red Bull.

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Em entrevista na semana passada,durante a conferência SportsPro,em Londres,Kenyon afirmou:

— O que ficou óbvio é que a [Anthropic] queria estar dentro do nosso negócio e fazer muito parte da jornada.

Segundo ele,a estratégia comercial da Williams não se baseia em prometer uma posição específica no campeonato,mas em apresentar um projeto de reconstrução.

— Então,nós não vendemos uma posição. Não dizemos que em 2026 vamos ser quintos ou segundos porque você é massacrado.

O dirigente explicou que o objetivo é reconduzir a equipe ao protagonismo de forma gradual,com metas ambiciosas já definidas para os próximos anos.

— O que fazemos é uma jornada de volta ao topo. E essa jornada de volta ao topo significa vencer corridas em 2028 e competir pelo Campeonato Mundial em 2030.