
Carla Beth Anderson,de 23 anos,da cidade de Wadena,desapareceu em novembro de 1987 — Foto: Departamento de Segurança Pública de Minnesota
GERADO EM: 23/06/2026 - 18:55
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Uma mulher que desapareceu sem deixar pistas após retornar para casa e colocar um filme no videocassete continua sendo alvo de uma investigação quase 40 anos depois nos Estados Unidos. As autoridades do estado de Minnesota anunciaram neste mês uma recompensa de US$ 25 mil (cerca de R$ 130 mil) para quem fornecer informações que ajudem a esclarecer o paradeiro de Carla Beth Anderson,desaparecida desde novembro de 1987.
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Carla tinha 21 anos e morava na cidade de Wadena,em Minnesota. Segundo investigadores,ela passou a noite de 13 de novembro de 1987 com familiares e retornou ao apartamento onde vivia sozinha. Antes de desaparecer,ela teria deixado um filme no videocassete,o que foi entendido como um sinal de que pretendia permanecer em casa naquela noite. No dia seguinte,amigos e parentes não conseguiram mais contato com ela.
De acordo com a polícia,não havia indícios de que Carla estivesse planejando deixar a cidade ou romper contato com a família. Seus pertences continuaram no apartamento,e nenhuma movimentação financeira ou atividade verificável foi registrada após o desaparecimento. Desde então,o caso permanece sem solução.

A mãe de Carla Anderson encontrou a porta fechada,a bolsa dentro do apartamento e um filme na videocasete,sem sinais de roubo no imóvel — Foto: Departamento de Detenção Criminal de Minnesota
Isso porque quando Carla desapareceu,os únicos itens que não foram encontrados em sua casa eram as chaves e uma jaqueta da rede Hardee's que ela havia recebido recentemente por ter sido eleita funcionária do mês. Para a família,o fato reforçou a suspeita de que algo incomum havia acontecido.
A preocupação aumentou quando a jovem não apareceu para trabalhar,algo considerado fora de seu comportamento habitual. Após perceber o desaparecimento,a mãe procurou a polícia,enquanto o irmão viajou até Wadena para ajudar nas buscas e o pai retornou do Alasca para acompanhar as investigações.


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Equipes de resgate procuram sobreviventes nos arredores do rio Guadalupe,no Texas — Foto: Jim Vondruska/Getty Images/AFP


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Ponte sobre o Rio Guadalupe em 5 de julho de 2025 em Center Point,Texas — Foto: Jim Vondruska/Getty Images/AFP
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Joe Chavarria procura entre os escombros do acampamento onde cinco parentes desapareceram após a cheia do rio Guadalupe,no Texas — Foto: Jordan Vonderhaar/The New York Times

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Voluntários buscam por sobreviventes e corpos após enchentes no Texas,EUA — Foto: AFP
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Vista do interior de uma cabana no acampamento onde 27 meninas desapareceram após enchente repentina em Hunt,Texas — Foto: RONALDO SCHEMIDT / AFP

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Equipe de resgate e voluntários retiram destroços após enchente no Texas — Foto: Jim Vondruska/Getty Images/AFP
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Um brinquedo de pelúcia no chão do lado de fora de uma cabana no Camp Mystic,acampamento para meninas atingido por enchente no Texas — Foto: Ronaldo Schemidt/AFP

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Destroços após enchente repentina em Kerrville,no Texas,em 6 de julho. A Casa Branca rebateu críticas sobre cortes em agências federais responsáveis por desastres — Foto: Carter Johnston/The New York Times
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Uma casa destruída perto do Acampamento Mystic,local onde pelo menos 20 meninas desapareceram após uma enchente repentina em Hunt,Texas — Foto: RONALDO SCHEMIDT / AFP

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Enchentes causam estragos no Texas — Foto: RONALDO SCHEMIDT / AFP
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Número de desaparecidos costuma flutuar após desastres naturais
Ao longo das décadas,investigadores analisaram inúmeras pistas e entrevistaram testemunhas,mas nunca encontraram evidências conclusivas sobre o que aconteceu com a jovem. O desaparecimento é considerado um dos casos não resolvidos mais antigos do estado.
Uma nova recompensa foi anunciada em junho deste ano pela força-tarefa de casos arquivados do Departamento de Segurança Pública de Minnesota. As autoridades esperam que o avanço das técnicas investigativas e a passagem do tempo levem alguém a revelar informações até então mantidas em segredo.
Segundo a chefe da Polícia,Naomi Plautz,uma das hipóteses é que pessoas que não se sentiam confortáveis em falar no passado estejam agora dispostas a colaborar. A polícia continua recebendo denúncias e afirma que qualquer detalhe,mesmo considerado pequeno,pode ser fundamental para solucionar o mistério,que atravessa quase quatro décadas.